tête-à-tête

como quem não quer a coisa, quero tudo

29-06-2009

you always end up mistreating the one thing you love the most

28-06-2009

mañana, disse ela, tudo estará bem

claro rapariga, era sempre, mañana
durante a semana seguinte foi a única palavra que ouvi, mañana


- tó trips & tiago gomes

27-06-2009


já estive para te pedir o número umas quantas vezes. agora sei que foram os deuses que não me deixaram. ever heard of drunk dial?
já maldice não ter internet no quarto umas quantas vezes. agora sei que foram os deuses que não me deixaram. Ever heard of drunk facebooking?
já sei ser preguiçoso um dos meus defeitos. outro: bêbado. mas pelos vistos os deuses anulam-nos quando em conjunto. ever heard of what I am doing now?
estarei de facto enlevado, de momento, por quem o meu pensamento devanear logo após me masturbar intensamente, especialmente se estiver bêbado.

I wanna be adored,
 he’s already in me.
ta ta ta tun
ti ti ti tuuuun
talvez a minha vida comece por onde nunca estive. tão simples e tão complicado. o desconhecido é o paradoxo e o paradoxo é o desejo de recomeçar do nada e o conforto do lar doce lar. desconhecido é aquilo que fazemos dele e podemos fazer dele o que já conhecemos, o que queremos reconhecer ou o que nunca viremos sequer a saber de que é. já que a realidade é não mais que um produto da nossa consciência da realidade, o desconhecido pode também ser um produto da nossa consciência do desconhecido. posso encarar o conhecido como desconhecido? e o desconhecido como conhecido? como quem diz o familiar como aventuroso e a magia como confortável?
quero que sejas a minha magia, o nome que nunca esteve na minha lista, que é diferente de tudo e que, poing, virá impor outro passo neste caminhar. quero-te, acima de tudo, (.) não por seres igual a este ou àquele mas por seres diferente de tudo o resto. até podes não ser, mas assim te faço, e isso me interessa, te interessa, nos interessa, ao meu nós, que não existe senão nas minhas noites e dias solitários que não são nem noites nem dias mas rendez-vous intermédios. a grande vantagem do divino é literária, podes impor-lhe a Ele ou a eles, a Ela ou a elas, a responsabilidade das decisões tomadas ou não tomadas. mas sim, só no papel. só no papel. 
26 de junho de 2009

23-06-2009

lithium have always sounded superhuman to me. like kryptonite or something.

avareza















pecado mortal #4

I want to do bad things with you

18-06-2009

wanderers

I don't know what I have done
I'm turning myself to a demon 

fleet foxes



(dear shadow alive and well, how can the body die, you tell me everything, anything true)

15-06-2009

une robe d'été diz:
*não é so no estudo
*é maneira de ser
*estou sempre com coisas para fazer que interrompo para fazer outras
*sejam tarefas, livros, pessoas

14-06-2009

gula












pecado mortal #3

love will tear us apart

09-06-2009

chama-se relação amor- ódio raiva ?

08-06-2009

massa de salmão com natas #2

salmao com natas (8 visitas) | salmão com natas (2 visitas)

em honra dos coitados leitores que aqui chegam à espera de encontrar mais uma receita rápida para um jantar/almoço improvisado e nada mais encontram que a auto-vitimização da minha existência, deixo aqui uma pequena ajuda de como eu faço o meu salmão com natas:

1. pôr a massa a cozer. normalmente resulta bem com esparguete mas com lacinhos fica óptimo, também.
2. numa frigideira, pôr um fio de azeite e tostar o salmão fumado (salmão em posta é um desperdício para comer com natas). como o salmão está caro e o país em crise, uns cogumelos normalmente ajudam a combater a fome.
3. juntar metade das natas pretendidas e deixar cozer. misturar nas natas pimenta preta e mostarda (de preferência em pó) e uma colher de chá de farinha. pode-se também pôr um tirinho de molho inglês. misturar até ficar homogénio. juntar o resto das natas.
4. fritar a massa um bocado em azeite e juntar a mistela do salmão com as natas, acertar o sal e juntar um bocado de leite se necessário, acertar o sal.
5. comer.

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